Ainda em relação ao período financeiro de2Oi5, aquela instituição bancária registou 486,4 mil milhões Kz de saldo, relativo à transacção de títulos e valores mobiliários. O respectivo montante ilustra o crescimento de 35,2%, para 126,6 mil milhões Kz, face ao exercício análogo passado, no qual o valor monetário foi de 359,8 mil milhões Kz.
Os títulos e valores mobiliários são o ponto forte do banco encabeçado por Emídio Pinheiro, presidente do conselho executivo. O peso destes na constituição do activo (2015) representa 39,6%. Aliás, constitui a maior contribuição na respectiva conta, como se pode verificar dos balancetes contabilísticos recentemente tornados públicos.
As imobilizações no BFA cresceram 8,8% em 2015, mais 1,6 mil milhões Kz comparado a 2014, cujo resultado do exercício se cifrou em 31,8 mil milhões Kz, menos 6 mil milhões Kz relativamente ao último exercício financeiro. Um incremento de 19%.
Na última actividade financeira, o Banco de Fomento Angola (BFA) registou um volume de depósitos calculado em mais de 1 bilião Kz. O valor reflecte o crescimento de 9%, para 84 mil milhões Kz, relativo a 2014, cuja cifra foi de 933 mil milhões Kz.
Os fundos próprios daquele que é considerado o maior banco privado passaram de 88,6 mil milhões Kz para 72,7 mil milhões Kz, representando um incremento de 21,9% face ao período homólogo financeiro transacto. As reservas efundos estão avaliados em 83,4 mil milhões Kz, reflectindo um aumento de 23,6% face ao período análogo anterior.
Em relação o crédito, interessa recordar que o Banco BAI é outra instituição que, no período em análise, também registou queda no crédito cedido, no caso de 3,2%. Um cenário que, acredita-se, poderá registar-se em grande parte das instituições como resultado de a situação económica que se vive desde 2015 exigir maior ponderação tanto na solicitação como na concessão.
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